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Hall da Fama Aorus Tale
LÍDER:
Pontuação da Guerra
---Monitoramento em tempo real
| Personagem | Classe | Item Adquirido | Localização | Horário |
|---|---|---|---|---|
| Sincronizando campos de batalha... | ||||

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E a grande invasão do Rei Aorus continua, espalhando caos além das fronteiras antes protegidas pelo próprio tempo.
As fendas rasgadas no céu já não eram meros sinais… eram portais. O mal já havia atravessado e agora caminhava livremente pelo universo de Priston.
Como se Sufficient e suas criaturas corrompidas devastando vilas e consumindo a luz das antigas runas não fossem o bastante, o Rei Aorus — insaciável, implacável e consumido por uma sede de destruição — decidiu romper todos os limites.
Ele abriu o Véu Sombrio… e enviou dois de seus generais mais temidos, forjados em eras perdidas.
Assim surge Sheep-Ankh, a Grande Esfinge. Traduzido para os tempos atuais, seu nome significa Imagem Viva — ou Estátua Viva. Esculpida pelo próprio Aorus, metade carne, metade pedra, seus olhos ardem com fogo azul ancestral.
Ela vigia as ruínas do Deserto Esquecido, julgando alma por alma, esmagando qualquer mortal que ouse desafiá-la.
Ao seu lado, movendo-se entre as sombras, caminha Amon-Khepri, O Eterno. Seu nome significa O Oculto. O Invisível.
Ele não anda… simplesmente aparece. Seu corpo muda de forma, sua presença é sentida antes de ser vista, e seu poder é capaz de distorcer a sanidade de quem tenta fitá-lo.
Dizem que ele não luta pela vitória — luta pelo prazer de apagar existências.
E assim, o universo de Priston entra em sua noite mais longa.
“Mas… quando toda esperança parecia extinta, um novo chamado ecoou por vales, desertos e montanhas.”
Um chamado que atravessou o vento, despertou antigos heróis adormecidos e inflamou o coração dos guerreiros ainda vivos.
“Levantem-se, protetores de Priston. A batalha final se aproxima.”
Dois portais se abrem diariamente, cada um vibrando com energia colossal. Um surge ao meio-dia, exatamente às 12:00. O outro, quando as sombras dominam, às 20:00.
É ali, nessas horas marcadas pelo destino, que os generais caem. Ou… os guerreiros caem.
O fim está próximo. Mas a lenda só começa para aqueles que ousam entrar.
O solo de Priston tremia há dias, como se o próprio mundo pressentisse a aproximação de algo impossível de conter. Sheep-Ankh e Amon-Khepri abriam caminho com destruição, mas até eles pareciam… pequenos diante do que estava por vir.
Então, em um único instante, o céu se rompeu pela primeira vez desde a criação dos Quatro Reinos. Um clarão roxo atravessou o firmamento, rasgando as nuvens como lâminas. O ar ficou pesado, quase sólido.
Os guerreiros sentiram seus joelhos fraquejarem — não por medo, mas pela pura pressão arcana. E então… ele atravessou.
A figura colossal do Rei Aorus emergiu do portal como um eclipse vivo. Sua armadura negra parecia forjada a partir de fragmentos de universos destruídos. Em seus olhos… havia fogo. Não um fogo comum. Um fogo que carregava memória, dor e ódio acumulados por eras.
Quando seus pés tocaram o solo de Priston, o chão rachou em uma explosão silenciosa.
“Eu sou Aorus, o Rei do Vácuo Eterno.”
“Aquele que Consome Mundos e Reescreve a Existência.”
“Priston… finalmente me pertence.”
Nuvens negras se torceram acima dele, formando um imenso trono flutuante de cristal quebrado e energia viva. “Mostrem-me seus guerreiros. Mostrem-me sua força. Pois apenas aqueles que sobreviverem ao meu julgamento… merecerão respirar o próximo amanhecer.”
O universo caiu em silêncio. As batalhas contra os generais continuariam. Mas agora, elas não eram mais a guerra. Eram apenas o começo.
Mesmo sentado em seu trono de energia fragmentada, o Rei Aorus observava Priston como um predador antes do golpe final. Seu poder crescia com o medo, o caos e as almas já tomadas. Mas então… algo inesperado despertou.
Das terras arruinadas e fronteiras devastadas, pequenos brilhos surgiram — luzes pulsando como antigos corações reacendendo. Era a chama da resistência.
“Heróis de Priston… não importa o tamanho da escuridão, um único guerreiro de pé é mais forte que um rei sentado.”
As armas vibraram. As armaduras despertaram. E os guerreiros se ergueram com uma força que jamais imaginaram possuir.
“Aorus não tomará este mundo enquanto um de nós ainda estiver de pé.”
Agora, o destino está traçado. Defender Priston é mais do que um dever. É uma promessa. A guerra será brutal. Lendária. Eterna.
A história não termina aqui. Ela começa agora — com você.
“Levantem-se, guerreiros. Defendam Priston.”
O CONFLITO ESTÁ APENAS COMEÇANDO
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